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Katekyo Hitman Reborn!

O garoto é uma completa negação em tudo o que faz, mas descobre que foi escolhido para ser o herdeiro da maior família mafiosa da Itália.
Mídia: anime
Exibição do anime: 2006 - 2010
Episódios: 203
Estúdio: Artland
Demografia: shounen
Gêneros: Comédia, Ação, Aventura

Sinopse: Sawada Tsunayoshi é o típico zero a esquerda, sem talento para estudos, esportes ou qualquer outra coisa, mas diferente de qualquer garoto da sua idade, ele está muito bem nessa sua posição de “bom-em-nada”, mas as coisas mudam quando um misterioso bebê aparece em sua casa, alegando ser seu tutor particular. Seu objetivo? Preparar Tsuna para assumir o posto de chefe da maior família da máfia italiana.
Tsuna e Giotto


Comentários: KHR é um dos animes que tem o meio mais empolgante, mas um dos começos e finais mais chatos que eu já vi. Embora eu seja da filosofia de abandonar o anime no segundo episódio se ele não empolga, tenho que admitir que KHR a coisa só começa a andar por volta do capítulo 20. Tudo isso porque o anime que era puramente uma comédia slice-of-life nonsense passa para um shounen de porradaria.

Embora, particularmente, goste muito do Normal Days de KHR, as sagas de ação são o que tornaram o anime popular. Com o desenrolar da trama, Tsuna percebe que ser escolhido para chefiar a décima geração da família Vongola não é brincadeira de criança e questões internas como o desejo de voltar a sua vidinha medíocre contra fazer a diferença ao lado dos amigos começa a pesar nas suas decisões.

Como a maioria dos shounen, tem uma batelada de personagens, entre mocinhos, vilões e núcleo cômico que acabam conquistando o público. Aliás, os personagens são o maior trunfo da série. Não que as aventuras não sejam bem descritas, mas as personalidades, as diferenças de caráter entre os personagens é o grande charme da série.
Chrome, Lambo, Gokudera, Ryohei, Tsuna, Yamamoto, Reborn e Hibari.

Uma das coisas que mais dou crédito a autora é a maneira como ela constrói e costura a trama. Personagens que apareciam como figuração no Normal Days, voltam como vilões em sagas seguintes. Quase todos os personagens são aproveitados, o que torna tudo encaixado e fluído.

As batalhas são bem feitas e empolgantes, mesmo que a censura impeça que eles sangrem litros e percam membros, como acontecia no mangá. A maioria dos personagens passa por treinamentos intensivos para conseguir melhorar suas habilidades de combate, o que torna as situações mais “verídicas” e é possível acompanhar o desenvolvimento pessoal de cada um dos personagens.

Mas como nem tudo são flores, a série passa a ter problemas durante a Saga do Futuro, tudo porque o anime acabou encostando no mangá. Para evitar sagas inteiras com fillers, as openings se tornaram maiores, havia um resumo do capítulo anterior que durava quase metade do capítulo, fora endings longas e quadros de finalização (embora eu realmente goste muito do Haru Haru no Interview Dangerous) para ocupar espaço, o que fazia com que cada capítulo novo tivesse uns 5 minutos de informações novas apenas.
1º e 10º Geração Vongola

Para piorar, eles tiveram que enfiar duas sagas fillers quase no final, não são ruins, aliás, os roteiros eram da própria Amano e ficaram boas, o problema é que para quem lia também o mangá, teve uma série de spoilers da próxima saga (que nunca foi animada), fora que elas meio que foram na contramão de algumas coisas defendidas na série até então.

Apesar disso, as músicas de opening são muito boas, as animações são caprichadas (principalmente a partir da Saga dos Anéis) e o trabalho de dublagem está muito bom.

Por que ver? Combates interessantes, personagens cativantes, ideias muito boas.

Por que não ver?
Demora uma temporada inteira para o anime mostrar a que veio. Típico shounen onde as pessoas lutam pela amizade.

Onde encontrar: O anime pode ser encontrado online.

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