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Rurouni Kenshin

Himura Kenshin tenta fugir de seu passado como retalhador, mas seus inimigos estão dispostos a se vingarem de acontecimentos do passado.
Outros Nomes: Samurai X
Mídia: anime
Exibição: 1996 - 1998
Episódios: 94
Estúdio: Gallop/ Deen
Demografia: shounen
Gêneros: Ação, aventura, histórico, drama

Sinopse: Himura Kenshin é um andarilho com o passado obscuro que tenta esconder a todo custo. Durante a restauração Meiji, ele não era um simples samurai, e sim o assassino mais habilidoso do império, conhecido como Battousai. Quando a revolução enfim conquistou o poder, ele apenas sumiu, jurando nunca mais matar ninguém. Dez anos depois, Kenshin se encontra em Tóquio, onde conhece a jovem Kamiya Kaoru, dona de um dojo e que segue uma filosofia de vida muito diferente da do ex-retalhador. Juntos precisaram enfrentar vários inimgos que cruzaram o passado de Kenshin.

Comentários: Eu já comentei aqui no blog sobre o mangá de Rurouni Kenshin, que é um dos meus preferidos e hoje trago a vocês minhas impressões sobre o anime.

Lembro que minha primeira impressão foi estranheza porque os personagens eram demasiadamente narigudos e o character design não era uma cópia fiel do traço do mangá. Mas com o tempo me acostumei ao traço diferenciado e até comecei a gostar bastante dele.

A animação é muito boa e bem feita para a época, mesmo sendo muito colorido em minha opinião. Um dos grandes trunfos é conseguir passar a sensação de leveza e violência das lutas do mangá. A animação nesse aspecto é bastante competente e fluida, deixando tudo empolgante.

A trilha sonora também merece destaque, é bastante pontual, mas não atrapalha nem ofusca nenhum momento, preenche as cenas de forma delicada e quase imperceptível. As aberturas e encerramentos são interessantes e eu gosto muito da Half Love que é marca a segunda abertura, mas por ser um anime histórico, eu esperava uma “clássica”, com instrumentos japoneses (embora a maioria dos animes históricos tem aberturas bem nada a ver com o período). As músicas que preenchem a animação também são muitos boas, sendo o destaque para Warrior Suite, que toca na luta entre Kenshin e Soujirou.

A história segue quase fielmente a do mangá, com alguns poucos fillers esporádicos, o que é um trunfo. Infelizmente isso não se mantem até o final e após a saga da Juppongatana, uma saga filler é colocada para encerrar o mangá. Não é uma saga totalmente dispensável, mas fica muito aquém da qualidade geral da obra e acaba sendo bem lamentável perto da saga original que encerra o mangá.
Em cima: Kenshin, Kaoru, Yahiko, Misao, Sano, Megumi, Saito, Soujirou. Em baixo: Hiko, Tomoe, Enishi, Kamatari, Sagara Sozo, Aoshi, Yumi e Shishio.
 Por que ver? É empolgante, a animação está bem feita e o desenvolvimento muito competente.

Por que não ver? Final inferior, animação datada.

Onde encontrar: O anime já passou na tv aberta e a cabo, pode ser encontrado online.

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