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TOP 7: Joseis Preferidos

Minha primeira experiência com Josei não foi muito boa, eu li Kimi wa Peto e achei bem ruim, me parecia apenas um shoujo com mulheres adultas e nenhum atrativo. Mas decidi persistir no gênero e descobri que há muitas coisas boas e variedade dentro do gênero. Com aventura, histórias emocionantes, fantasia, suspense.

Ainda é um gênero que leio pouco perto dos outros, mas eu pretendo aumentar minha gama de leitura de joseis esse ano. Mas mesmo lendo poucos alguns títulos me cativaram e por isso, nessa edição especial do TOP 7 elenco meus joseis preferidos. Como quase toda lista, o meu gosto pessoal voga, mas aqui, principalmente, porque diferente de fazer os melhores joseis, onde reconheço que muitos sejam bons mesmo que eu não seja 100% apaixonada pela história. Aqui é apenas aqueles que eu gosto e que podem ser considerados medianos ou ruins de forma geral.

7 – Game Over
Gênero: romance, drama, slice of life
Autor: Mizutani Fuuka
Status: finalizado com 1 volume (2010 – 2011).

Akemi é uma mulher bem sucedida que diariamente se diverte seduzindo homens no caminho de casa para o trabalho. Até que certo dia tenta seduzir um jovem colegial que não dá a mínima atenção a ela. Perturbada, ela tenta fazer de tudo para chamar a atenção do garoto.

Por que gostei? É fofo. Game Over não tem uma história muito complexa, ainda mais se avaliarmos o fato de que a autora faz enormes saltos temporais para contar a história do dia em Akemi conhece Shouta, até o dia em que eles decidem se casar. Mas gostei bastante dela ser uma mulher ao mesmo tempo indecisa, mas madura. Alguns outros age gaps que andei lendo, mesmo a garota sendo mais velha, agia como uma menina de 15 anos. Akemi, mesmo em sua insegurança pela diferença de idade, tem comportamento adulto e o fato de Shouta ser um maduro (mesmo que algumas vezes se mostre infantil) é uma ótima combinação.

6 – 14-sai no Koi
Gêneros: romance, comédia, drama, slice of life, escolar, amizade
Autor: Mizutani Fuuka
Status: em publicação desde 2010.

Kazuki e Kanata são dois jovens de 14 anos, mas que tem um comportamento muito adulto diante dos outros e mantêm seu relacionamento escondido dos outros estudantes. De maneira delicada e sensível, eles vão experimentando as sutilezas do primeiro amor.

Por que gostei? É fofo²! Ok, Mizutani Fuuka consegue fazer mangás simples e ao mesmo tempo bonitinhos. Kazuki e Kanata são o mais perto de uma relação real que já vi em um mangá (mesmo não entendendo o porquê deles namorarem escondidos) e é muito delicado e lírico o envolvimento inocente deles, aproveitando os pequenos momentos juntos. A trama também ganha pontos por desenvolver os personagens paralelos e lhes dar foco, como Aoi, a amiga de Kanata que nutre sentimentos por ela e vê Kazuki como um rival e Nagai, colega de classe da dupla que é apaixonado pela professora de música. É uma obra divertida, mas não exageradamente, simplista e fofa.

5 – Ano Hi Mita Hana no Namae wo Bokutachi wa Mada Shiranai
Gêneros: drama, fantasia, escolar, romance, amizade
Autor: Okada Mari e Tanaka Masayoshi
Status: finalizado com 11 episódios.

Jinta Yadomi e seus amigos sempre foram muitos unidos, até o dia em Meiko Honma sofreu um acidente e acabou morrendo. Com a ausência de Menma, o grupo acabou se desfazendo e cada um seguiu seu rumo. Agora, quase no final do colegial, Jinta permanece recluso em sua casa, passando o dia jogando videogame, mas tudo muda ao reencontrar Menma, em sua forma fantasma e que deseja que seus amigos realizem seu último pedido para que finalmente possa desencarnar em paz.

Por que gostei? É doce, tocante e faz você chorar. Ano Hana é uma daquelas obras sensíveis que destrincham a infância e adolescência de forma crua e tenta mostrar como medos e traumas são arrastados pela vida toda, assim como decisões erradas. Embora eu tenha demorado a gostar dos personagens, isso na verdade é um trunfo, pois mostra como um grupo de crianças adoráveis se tornaram pessoas difíceis de lidar por causa de uma perda. Apesar de haver fantasia, o elemento é mais um elemento de ligação, que impulsiona os personagens vivente do que um foco realmente destrinchado. 

4 – Di[e]ce
Gêneros: drama, ação, aventura, fantasia, mistério, escolar, amizade
Autor: Saki Otoh e Yamamoto Kana
Status: finalizado com 6 volumes (2007 – 2010).

Naruse Kazuki e Koutake Haruki são amigos inseparáveis e fazem aniversário no mesmo dia. No dia em que completam dezesseis anos, sua escola sofre um ataque com armas químicas, fazendo com que a maioria dos estudantes tenha ataques de loucura. Kazuki e Haruki são salvos por Sion, um veterano, que explica que agora eles fazem parte de um jogo chamado Di[e]ce.

Por que gostei? A trama traz um pouco de tudo e tem fortes inclinações para o shounen, mas com uma pegada mais dramática. A história é interessante, cheia de mistérios e reviravoltas e trabalha os clichês muito bem. Talvez falte um pouco de desenvolvimento com o histórico dos aliados de Haruki, mas a trama ainda é boa e o final é bastante surpreendente.

3 – Bokura no Kiseki
Gêneros: drama, fantasia, drama, ação, escolar, romance, amizade
Autor: Kumeta Natsuo
Status: em publicação desde 2007.

Minami Harusumi sempre teve sonhos com uma garota chamada Veronica, princesa de um reino a beira da destruição. Ele sempre acreditou que fosse a reencarnação da mulher e por isso era motivo de chacota no colégio. Entretanto, após uma colega ser atacada com uma magia desconhecida, Minami descobre que não só é a realmente a reencarnação de Veronica, como várias pessoas que o cercam estão ligados ao passado da princesa.

Por que gostei? Lembro que quando comecei a ler achei que seria voltado mais para fantasia e comédia, mas a história me surpreendeu com seus plot twist e maturidade. Kumeta Natsuo faz um excelente trabalho com os personagens e suas reencarnações. É verdade que no começo, por despejar vários personagens de uma vez, a trama fica confusa. Mas com o desenrolar do mangá é empolgante ver as tramas políticas que envolviam Veronica e como os laços de amizade atuais são baseados em suas versões passadas. Achei interessante e inteligente.

2 – Katanagatari
Gêneros: histórico, ação, aventura, drama, romance
Autor: Nisio Isin
Status: finalizado com 12 episódios em 2007.

Togame é uma jovem estrategista do Shogunato que é convocada a recuperar doze espadas lendárias. Sem habilidades de luta, Togame vai atrás de Yasuri Shichika, último representante do estilo Kyotoryuu, um estilo que luta sem espada. Juntos, eles cruzarão várias regiões do Japão para recuperar as espadas, mas não serão os únicos atrás dos objetos.

Por que gostei? Não tenho certeza se Katanagatari é mesmo um josei, isso porque o anime é baseado em uma novel e novel geralmente não tem demografia, mas como muitos sites reconhecem o anime dessa forma, eu decidi assumir que ele é um josei. Talvez o que mais goste seja o traço diferenciado, que foge do padrão. O fato de cada capítulo ser focado em uma espada também me chamou muito a atenção, além disso, os personagens são únicos. Não necessariamente carismáticos, mas suas personalidades são bastante particulares.

1 – Gensomaiden Saiyuki
Gêneros: histórico, fantasia, ação, aventura, drama, amizade
Autor: Minekura Kazuya
Status: em publicação desde 1997.

Em Togenkyo, uma terra onde humanos e demônios habitaram pacificamente por um longo tempo, a paz foi quebrada por demônios que tentam reviver o pior deles, Gyumaoh, que foi aprisionado pela divindade Nataku há 500 anos. Se Gyumaoh for despertado isso causará a extinção dos humanos. Para evitar esse incidente, a deusa Kanzeon Bosatsu convoca Genjo Sanzo, um poderoso sacerdote que deve localizar e acabar com o mal, viajando para o oeste.

Por que gostei? Lembro que comecei a ler achando que era um yaoi (e não estava realmente muito animada com o traço), mas depois de ler vários volumes em um único dia percebi como a história era diferente do que eu imaginava. Misturando ação, comédia, aventura, acompanhamos o quarteto formado pelo monge Sanzo e os três youkais Goku, Hakkai e Gojyo em jornada para derrotar um terrível mal. Eles são carismáticos, as situações, mesmo que clichê, são resolvidos de forma única, fora os dramas, histórico dos personagens e as ações dos figurantes, tudo é desenvolvido para tornar a trama complexa e bem amarrada.

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