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Maria†Holic

Kanako só queria encontrar o amor de sua vida no novo colégio, o problema é que Mariya vai se dedicar a tornar a vida da garota um inferno.
Mídia: anime
Exibição: 2009
Episódios: 12
Estúdio: Shaft
Demografia: yuri/shoujo-ai
Gêneros: comédia, escolar

Sinopse: Miyamae Kanako se matricula em uma escola só para meninas, na esperança de encontrar o grande amor da sua vida. Embora seus pais tenham se conhecido lá, como aluna e professor, Kanako espera encontrar o amor entre suas colegas e logo de cara conhece Shidou Mariya, a garota mais bonita e perfeita da escola. Só tem um porém: Mariya é homem e ao lado de sua empregada particular, Shinouji Matsurika, vai transformar a vida da pobre Kanako em um inferno.
Mariya e seu segredinho.

Comentários: Yuri não é muito comum na minha lista, mas por algum motivo que até hoje eu realmente não descobri porque, eu decidi ver o anime. A trama acompanha Kanako, que sonha em encontrar o grande amor da sua vida em um internato feminino.

O problema é que embora tenha muitas garotas bonitas e interessantes que fazem o coração de Kanako palpitar, ela acaba se interessando por Shindou Mariya, uma garota rica, linda e sádica que logo Kanako descobre não ser uma garota. Shnidou, na verdade, é um rapaz que futuramente herdará a escola. Por conta disso, sua família o obriga a se adaptar ao cotidiano escolar, mas como ele não é uma garota sobra para o bom e velho gender bender resolver a situação.

Apesar desse plot que eu achei muito interessante, a história quase não aborda essa temática, mesmo porque depois ficamos sabendo que Mariya tem uma irmã que estuda em um colégio masculino e nada realmente faz sentido.
É só ver uma garota bonita que Kanako tem hemorragia nasal.

O tom é de comédia e bem escrachada, com Kanako tendo sonhos pervertidos com quase todas as suas colegas de sala. E isso foi um ponto que desgostei bastante. Não que esperasse romance demasiado, mas toda a representação da Kanako é muito masculina. Ela não pode ver uma saia que já tem hemorragia nasal e pensamentos torpes, como acontece com garotos em harém. Não sei se no mangá a personagem é retratada dessa maneira, mas eu esperava que ela fosse ser mais feminina, mesmo sendo lésbica.

O trunfo da trama mesmo fica por conta de Mariya e seu sadismo. Após descobrir que Kanako é lésbica e está ali principalmente para passar o rodo nas meninas, ele passa a atazana-la de todas as formas possíveis. Sempre acompanhado de sua inseparável e inexpressiva empregada Matsurika, que faz um contraponto perfeito com sua personalidade manipuladora.
Apesar de tudo, eu shippava as duas (os dois, sei lá).

O traço é bonito, mas nada muito inovador é só bater o olho e você já percebe que é Shaft.
 
Por que ver? É engraçado e despretensioso.

Por que não ver? Não tem roteiro, as situações simplesmente acontecem. Não gosto da Kanako.

Onde encontrar: Pode ser encontrado online.

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