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Magi

Aladdin é um estranho garoto, que com sua flauta mágica e a ajuda do seu Djin Ugo, vive as mais diversas aventuras em meio ao deserto.

Mídia: mangá
Ano de Publicação: 2009 --
Volumes: 34+
Autor: Ohtaka Shinobu
Demografia: shounen
Gêneros: aventura, ação, fantasia

Sinopse: Aladdin é um garoto aparentemente comum que viaja pelos desertos cheios de bandidos e criaturas maléficas, como companhia ele tem apenas Ugo, um Djin sem cabeça que mora dentro da sua flauta. Em sua jornada, ele acaba conhecendo Alibaba, um jovem que deseja conquistar uma Dungeon e mudar seu destino. Assim, os dois se tornam amigos e vão explorando e desvendando todos os mistérios daquela região.
No final do Magnostad Arc, o trio se reencontra.

Comentários: Eu não tinha me animado com o anime do Magi, em um primeiro momento, mas quando o anime acabou meu pensamento foi como assim não sei o que vai acontecer aos personagens? E meu fangirlismo me fez ir atrás do mangá.

Talvez o primeiro choque é que o traço da Ohtaka Shinobu não é tão bonito quanto o do anime e algumas das suas cenas de batalha me deixam meio confusa, mas excluindo esses detalhes, o mangá é ótimo.

Sem censura, as cenas são mais impactantes e viscerais, e alguns detalhes são diferentes entre as duas mídias, mas a base ainda é a mesma. E como não há nenhuma diferença muito grande entre os arcos do mangá e do anime, vou começar a comentar a partir de onde o anime pára.

Logo de cara fiquei chocada com o fato da autora trazer um arco inteiro em flashback, o Alma Torran. Embora seja um arco longo e chegue até ficar enfadonho em determinado momento, é um dos arcos mais importantes do mangá, que mostra o porquê de muitas coisas, como os surgimentos do Djins, das Dungeon e da Al-Thamen e a origem do Aladdin. Talvez se torne um arco chato por ter muitas informações ao mesmo tempo, mas mesmo com esse contra, ele acaba sendo uma leitura rápida.
O longo arco em flashback da Alma Torran.
 
Geralmente a autora põe um arco curto e leve entre um arco importante e outro, como os dos Piratas entre o Zagan Arc e o Magnostadt Arc, mas após a conclusão do Alma Torran Arc já somos enfiados no Kou Empire Arc, que é um dos arcos mais interessante e cheios de batalhas.

É curioso como cada arco aborda um sistema político diferente e linhas de pensamentos distintas. A autora trabalha bem entre várias linhas, primeiro te vendendo a ideia como certa e posteriormente desconstruindo o conceito. Como quando a escravidão dos Fanalis é justificada para que o povo local não fosse submetido a isso.

Outra coisa que me agradou muito com a evolução do mangá é que os fanservices e gags cômicas foram reduzidos, não que houvesse muitos, mas eu não acho que autora tenha muita mão para comédia porque nunca os achei interessantes (exceto talvez as catástrofes que aconteciam com o Alibaba cada vez que ele ia para um bordel, porque o desfecho era engraçado e interessante). A trama também se tornou mais madura e com uma carga dramática maior. Alguns personagens evoluíram muito, como Alibaba e Hakuryuu, mas Morgiana anda bem apagada depois de descobrir a verdade sobre os Fanalis.
Spoiler maroto do final do Kou Empire Arc.

Atualmente, o mangá se encontra no arco final, e eu espero que seja muito bom, ainda mais com os plot twist e reviravoltas que ocorreram no final do Kou Empire Arc.

Embora o traço do mangá não seja muito atrativo e Ohtaka exagere no contraste entre preto e branco, as capas dos volumes são belíssimas.

Por que ler? Tramas políticas, história complexa e bem amarrada, bom aproveitamento dos personagens de modo geral.

Por que não ler? Traço feioso, pouca ação.

Onde encontrar: O mangá vem sendo publicado pela JBC.
Família Ren  e Judal, só porque sou muito tiete dos personagens.

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