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Atom: The Beginning

Quando eu vi que ia lançar Atom: The Beginning, fiquei ansioso. Astro Boy era uma serie que eu vi alguns episódio aleatórios quando era mais novo, quando nem sabia o que era anime.

Mídia: anime
Ano de Publicação: 2017
Episódios: 12
Estúdio: Production I.G
Demografia: seinen
Gêneros: ação, sci-fi, mecha

Comentários:  Quando eu vi que ia lançar Atom: The Beginning, fiquei ansioso. Astro Boy era uma serie que eu vi alguns episódio aleatórios quando era mais novo, quando nem sabia o que era anime. Quando peguei para assistir ele, fiquei meio receoso de ser uma história em que precise de um conhecimento prévio da obra para entender, mas ao ver o primeiro episódio, percebi que era mais um gaiden, que é possível assistir sem conhecer os personagens que faz referências as outras obras relacionadas. 



O anime se passa em um mundo 5 anos após um desastre. A sociedade se reergue em torno da tecnologia, principalmente utilizando robótica. Nesse terreno os doutorandos Ochanomizu Hisoshi e Tenma Umatarou estão trabalhando em um robô chamado A106 (leia-se A-ten-six), que tem uma inteligencia artificial chamada Sistema Bewusstsein, que consiste que o robô faça escolhas de ações baseadas em situações de perigo, levando em consideração do desejo dos seus criadores. 



O primeiro episódio foi bastante impressionante, a animação é bem bonita e colorida, com uma abertura bem animada, além dos personagens serem interessantes. No episódio dois, meu hype aumentou muito, pois houve uma cena do Six (apelido carinhoso pro robo) protegendo a Ran, irmã do Ochanomizu de um robô desconhecido, mostrando que a serie tinha potencial. Mas, após isso, a serie entrou em um loop repetitivo de episódios parecidos, mostrando o cotidiano dos protagonistas e aprofundando em personagens secundários. Acho até valido isso, se causar algum aprofundamento na história, coisa que não ocorreu. 



A partir do episódio 8 o anime mudou, saindo de episódios slice of life para um torneio entre robôs de batalha, que houve batalhas interessantes, embora quase todas as lutas tenham sido muito unilaterais. A unica luta equilibrada fui um pouco decepcionante, eu esperei uma evolução do personagem em relação a sua IA, mas houve de um modo houve não foi nem um pouco interessante para a batalha. 



Com um final ainda mais decepcionante, Atom the Beginning desperdiçou um potencial enorme pelo nome que tem. Embora a discussão sobre um robô com alma seja pertinente e sua representação sobre como funciona um robô com inteligencia artificial, realizando cálculos e previsões ter sido bastante interessante, faltou ação, coisa que se espera em animes do gênero.

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