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Blood-C

Saya é uma jovem que tem um dom especial e precisa caçar monstros que aterrorizam sua cidade.
Mídia: mangá
Publicação: 2011 - 2012
Volumes: 4
Autor: Clamp (roteiro), Kotone Ranmaru (roteiro e arte)
Demografia: shounen
Gêneros: ação, fantasia, horror

Sinopse: Kisaragi Saya é uma jovem sacerdotisa que vive em um templo e é treinada pelo pai para combater os anciões, monstros que atacam os humanos.

Comentários: É Clamp e a franquia Blood, o que poderia dar errado? Absolutamente tudo. Blood é uma das minhas franquias preferidas, apesar dos seus altos e baixos e eu esperava que o Clamp, as deusas do Clamp, fossem fazer um trabalho sensacional com o universo vampiresco.
Hora do lanche

Mas o mangá é um desastre! Sabe aquele tipo de obra que quanto mais você lê, pior fica? É exatamente isso o que acontece. A trama segue Saya, uma donzela do santuário que caça monstros chamados de Anciões. Ele está disposta a tudo para salvar sua família e seus amigos e por isso, todo o dia, ela sai para combater tais monstros. Essa parte não é tão ruim, não tem muito nexo, mas você fica esperando que com a evolução da trama, as peças do quebra-cabeças se encaixe. O problema é que quanto mais a trama avança, menos sentido ela faz. Saya só desmaia, o vilão não tem nenhuma motivação real para justificar suas ações e os personagens secundários estão ali só para serem mortos.

O traço é lindíssimo, mas não é o suficiente para sustentar a trama. As lutas são sem graça, os personagens são antipáticos e a única coisa que a Saya dessa trama divide com qualquer outra Saya do universo Blood é o nome e o fato de portar uma espada, porque de resto, ela não lembra em nada nenhuma outra versão da personagem (e olha que eu odeio a Saya do anime do Blood +). A sensação que eu tenho é que a trama não estava planejada e foi para qualquer rumo, sem nenhuma lógica.

Por que ler? Sinceramente, não tem motivo algum.
Por que não ler? De longe, é o pior trabalho do Clamp. Watanuki foi puro fanservice para convencer os fãs a lerem essa ruindade.
Onde encontrar: Em português, licenciado pela Panini.
Pensa num pessoal chato

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