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Vale a Pena Ler de Novo #3: Tutor Hitman Reborn! #1

Feliz ano novo para vocês leitores. Hoje trago para vocês uma serie de volta para o blog: O Vale a Pena Ler de Novo. Nesta edição, trarei um mangá muito importante para mim: Katekyoshi Hitman Reborn. Tendo em vista que consegui emprestado todas as edições deste mangá, usarei ele como incentivo para escrever aqui. Espero não perder este gás. 
Antes de começar, queria falar que reformulei um pouco o quadro. Antes eu meio que descrevia o volume que eu lia, e acho que isso não seria muito interessante para você, leitor. Então, trarei as minhas impressões do volume lido, além de falar uns detalhes sobre cada personagem relevante que aparecer.

Sinopse [fonte: Panini]: Apareceu um professor particular muito diferente na vida do estudante Tsuna! À primeira vista, é um frágil bebê, mas não se engane! Reborn é um experiente assassino profissional e seu real objetivo é preparar o herdeiro da Máfia! Tsuna só precisa aprender a fazer as coisas como se fosse a última coisa que fará em vida... Hã?! Como assim?! Eis o início do treinamento fatal de Tsuna!!!

Impressões sobre o volume: Reborn é um mangá que me traz bastante nostalgia. Embora esta parte eu nunca tinha visto nessa mídia (o inicio da história eu vi no anime), não deixo de lembrar desse inicio, que na época me fez ter mais curiosidade sobre o mundo dos animes. Os primeiros capítulos são meio mornos, até porque os personagens são um pouco forçados, tendendo a destacar mais a característica na qual são conhecidos (o Tsuna ser bom em nada, a Kyoko ser sonsa, o Yamamoto ser positivo). O foco é maior para o lado da comédia, tendo duas "batalhas" que acabam de um jeito bastante improvável. O enredo em si não tem muita profundidade, mas não dá para esperar isto de um mangá em que o cara leva um tiro na cabeça e sai correndo de cueca. 
Falando em cueca, gosto bastante de como funciona a Shinuki-dan, principalmente quando acertada na cabeça. Ela que é o único meio pelo qual o futuro chefe Vongola tem para se defender, causando cenas bastante improváveis que por enquanto, são a principal fonte de conteúdo do Volume. 

Tsunayoshi Sawada: Gosto muito dos personagens que a Akira Amano faz, seus designs são muito bem feitos e cada um tem uma personalidade que o destaca. Mas ela sempre erra a mão para fazer protagonistas, o que fica bem claro no Tsuna. Claro, ela tinha em mente fazer um personagem loser, mas a falta de coragem dele me irrita profundamente.
Reborn: É o personagem que carrega a serie. Tudo que ocorre nela é proveniente, por enquanto, da influencia dele na vida do Tsuna, o que é péssimo para nosso protagonista é ótimo nós, leitores. Não acho ele tão engraçado diretamente, mas suas ações, na maioria das vezes nonsense, gera bons quadros de comédia.  Outro ponto positivo dele é o Leon, o camaleão dele que se transforma em qualquer coisa que viu bem bolado, deixa o Reborn mais overpower e trazendo mais potencial ao personagem.

Kyoko Sasagawa: Bem sonsa, acho muito forçado o jeito dela e a admiração que ela tem pelo Tsuna. Nesse volume em especifico, tem um capítulo, que ela toma uma Shinuki-dann que o papel dela foi bom, de resto, só serviu para deixar o Tsuna mais chato.
Hayato Gokudera: Não sei o que dizer deste personagem. Gosto bastante da ideia dele mas acho que na execução ele acaba sendo meio irritante, ainda mais como ele fica submisso ao Tsuna. No capitulo introdutório dele, ele era mais badass, o que ao meu ver funcionaria melhor. Ainda mais se atacasse dinamites no protagonista de 10 em 10 minutos, poderia dar boas cenas. Bem, isso não se realizará, mas ainda assim é uma boa ideia. 

Takeshi Yamamoto: Quem me conhece sabe que ele é meu personagem favorito da serie, mas nesse volume ele aparece em apenas um capitulo. Sua introdução é meio fraca, não condiz muito com o que eu espero do personagem. Mas isto é só uma visão de alguém que está relendo. 
Lambo: Apesar de ser o personagem mais insuportável do mangá, o seu capitulo de introdução foi o melhor até agora. A vontade dele de ser notado somado com o Reborn ignorando-o completamente me fez rir, e me deixou ansioso para relembrar o relacionamento dos dois. 

O primeiro volume de Tutor Hitman Reborn não da pistas de que se tornará o mangá de batalhas que tanto gostei. Com o foco em introduzir personagens, o mangá consegue trazer algumas situações bem engraçadas e personagens interessantes. Só de lembrar no que evoluirá a história, me deixa bem ansioso para pegar e ler os próximos volumes. 
Nota: 7

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